Até Onde Vai o Poder? O Caos em Santa Inês Sob a Gestão de “Felipe dos Pneus”





 Em Santa Inês, o que se vê hoje não é apenas uma crise política, mas uma profunda crise de humanidade. Desde que Felipe dos Pneus assumiu a prefeitura, a cidade tem experimentado um retrocesso assustador no respeito à dignidade dos cidadãos. Promessas de progresso deram lugar a atos de humilhação, violência e um abuso de poder que choca a todos que ainda acreditam na função pública como serviço ao povo.


Não se trata apenas de falta de obras ou de gestão ineficiente. É sobre pessoas — funcionários públicos e moradores — sendo tratadas como lixo por aqueles que deveriam protegê-las.


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Casos Recentes Que Chocaram a Cidade


Nos últimos dias, duas situações escandalosas vieram à tona e resumem o nível de degradação moral que tomou conta da prefeitura:




1. O Caso da Cesta Básica e do Uniforme na Cintura

   Um ex-funcionário, conhecido como Xará da Barreirinha, foi responsável por distribuir cestas básicas aos trabalhadores da limpeza. Em vez de agir com solidariedade, ele tomou a cesta de um funcionário porque o uniforme estava amarrado na cintura. Uma ação autoritária, humilhante e desumana, que mostra como alguns agentes do poder enxergam o trabalhador: não como pessoa, mas como objeto de controle.

2. Agressão Violenta a Morador de Rua

   Funcionários ligados ao prefeito, identificados como Magrão e Hélio Pão com Ploc, foram acusados de agredir um morador de rua com um facão. Ambos são ex-candidatos a vereador e, em vez de representarem a população, usam sua proximidade com o poder para perpetuar a violência. Até quando cidadãos vulneráveis serão tratados como alvos?


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Uma Cultura de Terror e Humilhação


Esses casos não são isolados. Eles refletem uma prática que se espalhou por diversos setores da administração municipal: funcionários que agem como “capatazes”, intimidando, humilhando e oprimindo quem deveriam servir. A população de Santa Inês tem sido submetida a situações constrangedoras e violentas, enquanto a sensação de impunidade só cresce.


O poder, em vez de ser um instrumento de transformação positiva, virou arma de opressão.


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E Agora, Deputada?


Para piorar, há um projeto político em andamento que deve acender o alerta geral: em 2026, Paula Prata, esposa de Felipe dos Pneus, pretende se candidatar a Deputada Estadual. Se o modelo de gestão do prefeito já é marcado por autoritarismo e descaso, o que podemos esperar de um mandato estadual conduzido pela mesma lógica?


É preciso enxergar além das promessas. É preciso olhar para os atos. E os atos dessa administração têm sido claros: desrespeito, violência e desprezo pelo povo.


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Não Podemos nos Calar


Santa Inês não merece isso. Nenhuma cidade merece. A função pública exige ética, respeito e compromisso com o bem-estar coletivo — valores que estão totalmente ausentes na atual gestão.


Chegou a hora de repensar o voto, de exigir accountability, de lembrar que o poder emana do povo e a ele deve servir. Em 2026, quando as urnas se abrirem, é fundamental votar com consciência. Não apenas contra um nome, mas contra um sistema que permite que humilhações e violências se tornem rotina.


Até onde vai o poder? Até onde a população permitir.


Crise em Anapurus: Caos, Depressão e Salários Atrasados Marcam a Gestão Municipal



Anapurus vive um clima de profunda depressão e caos sob a gestão do prefeito, que mais uma vez falha em cumprir com as obrigações mais básicas, gerando uma crise de confiança e financeira na cidade. O que já era temido se confirmou, mas a gravidade da situação atual supera as piores expectativas.

Salários Atrasados e 13º Ignorado

O quadro financeiro é alarmante: a folha de pagamento da Educação e outras secretarias acumula três meses de salários em atraso. Além disso, o 13º salário não foi pago, e sequer houve o depósito da 10ª parcela de novembro e dezembro, mergulhando os servidores em dificuldades extremas em pleno final de ano.

A insatisfação popular atingiu um ponto crítico. A população já demonstra rejeição explícita ao nome do gestor, que não é mais bem recepcionado em locais públicos. O sentimento é de que todos os esforços e recursos estão sendo direcionados apenas para uma “panelinha” privilegiada, enquanto a grande maioria da cidade sofre.

O Drama Humano e o Descaso na Saúde

O descaso da administração ecoa em dramas pessoais que expõem a fragilidade da saúde pública e o impacto da falta de pagamento.

Um dos casos mais chocantes é o da Professora Bárbara, uma servidora pública de renome e muito conhecida em Anapurus. Enfrentando um momento de grande dificuldade, a professora está realizando uma rifa para conseguir comprar medicamentos para sua filha, que é cadeirante e está debilitada.

A situação é um retrato cruel do descaso: Enquanto a cidade se afoga em dívidas e atrasos, e uma servidora pública precisa apelar para a caridade para garantir o tratamento da própria filha, o prefeito, que supostamente tem formação em medicina, falha em prover o mínimo de suporte e estrutura, deixando toda a população à mercê de uma saúde pública inexistente e da falta de recursos.

A crise em Anapurus não é apenas financeira; é uma crise humanitária e de governança, onde a falta de compromisso com o servidor e a saúde do cidadão tem levado a cidade ao limite.


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